As 12 Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) – Curáveis e Incuráveis!

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As 12 Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) – Curáveis e Incuráveis, que talvez você não conheça. Além disso, as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são contraídas de pessoa para pessoa através do s.e.x.o. v.a.g.i.n.a.l, a.n.a.l. ou o.r.a.l, sendo assim, as DSTs são extremamente comuns.

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No entanto, a boa notícia é que a maioria das DSTs é curável e até mesmo aquelas, consideradas sem cura, podem ser efetivamente administradas ou minimizadas com o tratamento adequado.

Existem Muitas DSTs Diferentes Como:

  • HIV (Papilomavírus humano);
  • Hepatite;
  • Cancroide;
  • Tricomoníase;
  • Verrugas genitais;
  • Herpes;
  • Gonorreia;
  • Clamídia;
  • Sífilis;
  • Sarna;
  • Piolho púbico;
  • Linfogranuloma venéreo ( é uma infecção crônica causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que atinge os órgãos genitais).

Caso ainda não tenha ouvido falar de algumas das situações acima, é porque muitas dessas DSTs são incomuns.

As 8 Doenças Sexualmente Transmissíveis Mais Comuns São:

  • Sífilis;
  • Hepatite B;
  • Gonorreia;
  • Vírus Herpes ( Infecção viral que pode ser caracterizada em dois tipos: herpes tipo 1 e tipo 2);
  • Clamídia;
  • HIV (aids);
  • Tricomoníase;
  • Papilomavírus humano (HPV);

DSTs Incuráveis:   

Vale ressaltar que, a maioria das DSTs é curável através do uso de antibióticos ou medicamentos antivirais, no entanto, ainda existem quatro DSTs incuráveis tais como:

  • Hepatite B;
  • Herpes;
  • HIV;
  • HPV.

Tratamentos e Medicações: 

Hepatite B: 

A hepatite B é uma das principais causas de câncer de fígado, além disso, os bebês geralmente recebem uma vacina contra essa infecção no nascimento, mas muitos adultos nascidos antes de 1991 podem não ter recebido a vacina.

A maioria dos casos de hepatite B não causa sintomas e a maioria dos adultos pode combater a infecção. Caso tenha hepatite B a sua melhor opção é conversar com seu médico sobre o exame do seu fígado e suas opções de medicação para diminuir os sintomas.

Herpes:

O herpes é uma das duas DSTs virais crônicas, pois o herpes é comum, além disso, estima-se que mais de 500 milhões de pessoas tenham herpes em todo o mundo.

Vale ressaltar que, o herpes é transmitido através do contato da pele, e não apresenta sintomas ou seja, muitas pessoas podem não saber que têm. No entanto, quando há sintomas, eles vêm na forma de feridas dolorosas ao redor dos genitais ou â.n.u.s.

Felizmente, o herpes é muito tratável com medicamentos antivirais que reduzem os surtos e o risco de transmissão. Caso esteja apresentando sintomas, converse com seu médico sobre os medicamentos antivirais certos.

HIV ( Aids):

O HIV é a outra DST viral crônica, porém graças à medicina moderna, muitas pessoas com HIV podem viver uma vida longa e saudável com ela, praticamente sem risco de infectar outras pessoas através do s.e.x.o.

O principal tratamento para o HIV é chamado de terapia anti-retroviral, pois esses remédios reduzem a quantidade de HIV no sangue para níveis indetectáveis.

HPV (Papilomavírus):

O papilomavírus humano é extremamente comum, cerca de 9 entre 10 pessoas sexualmente ativas detectarão o HPV, além disso, cerca de 90% dessas infecções desaparecem dentro de dois anos após a detecção, no entanto, o HPV ainda é incurável.

Além disso, muitas crianças são vacinadas para proteger contra diferentes formas de HPV, pois o exame de Papanicolau para mulheres verifica o HPV, uma vez a cada poucos anos. As verrugas genitais podem ser removidas com cremes, nitrogênio líquido, ácido ou pequenas cirurgias.

Considerações Finais:

Contrair uma DSTs, mesmo sendo incurável pode ser administrável, muitos são tratáveis, até mesmo curáveis, através de antibióticos ou medicamentos antivirais, e algumas DSTs desaparecem sozinhas.

Assim como a maioria das DSTs , você pode não apresentar sinais ou sintomas, e por esse motivo, é muito importante fazer exames de DSTs regularmente para sua própria segurança, a segurança de seu parceiro(a) e a saúde pública.

O melhor tratamento para as DSTs sempre será a prevenção, no entanto, caso tenha uma doença sexualmente transmissível ou acha que pode ter uma, fale com seu médico para discutir suas opções.

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